Campanha: Nós somos a favor

Conheci um site muito interessante e informativo sobre os mais diversos transtornos psiquiátricos. Como sei que há muito preconceito e muita desinformação a respeito, resolvi compartilhar um vídeo interessantíssimo e divertido com vocês!

Acessem o site e desfrutem do prazer de se obter informação: Pensamentos Filmados

Um texto adicional que pode ser útil é o: O controle que não temos sobre o cérebro

Neste natal, não trate seu filho como retardado

Seu filho provavelmente tem mais neurônios que você e a capacidade de ligação entre esses neurônios está mais eficaz que a sua, portanto, neste natal revele a seu filho que o papai noel não existe. E caso você não tenha dinheiro o suficiente para comprar o presente que seu filho pediu, diga a ele que você possui X reais, que o brinquedo custa Y e falta Z reais que você, pai, não tem de onde tirar para poder comprar o brinquedo ao seu filho.

Por que tanta revolta? Porque muitos pais tratam seus filhos o ano inteiro como se eles fossem crianças retardadas. Crianças não são burras, tampouco incapazes de compreender o que acontece ao seu redor. Infelizmente uma cultura de educação infantil retardada se consolidou em muitos pais e educadores, mas tal “educação” só torna essas crianças seres que usam menos de sua capacidade intelectual.

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O que é e como conscientizar um jovem

Pais e educadores temem que os jovens façam coisas erradas através do que aprendem. Há pais que evitam tocar em assuntos como sexo e drogas pois creem que quanto mais informação o jovem tem, maior será sua curiosidade em praticar e mais cedo ele começará a praticar ou usar.

Tal ideia está totalmente deturpada. Esses mesmos pais e educadores esquecem que conscientizar é dar consciência, ou seja, dar autonomia ao jovem de saber o que faz e o que decide, fornecer senso crítico e fazê-lo pensar.

Expor o mundo ao jovem através da conscientização não o fará sair no impulso para cometer erros. Essa ideia é alimentada por pais e educadores pois o que se obtém hoje é a informação desfasada e distorcida e então esses mesmos pais e educadores concluem que qualquer informação tende a tornar precoce e inconsequente os atos do jovem.

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Quando um comportamento se torna doença

Quando escrevi “Misantropia: doença ou estilo de vida?” classifiquei a misantropia como comportamento, hoje já enxergo de outra forma. Não como uma doença, mas como sintoma de alguma doença. Classificar comportamentos como problemas, síndromes e transtornos tem se tornado comum. Eu sempre avaliei esta classificação como exagerada, como forma de vender e criar novas medicações que prometessem a felicidade. Como meio de trazer a angústia às pessoas, de levá-las aos consultórios psiquiátricos, de torná-las dependentes de psicólogos, enfim.

Hoje percebo a intenção dessas síndromes e transtornos. Elas intencionam avaliar o limite de um comportamento, como: até que ponto ele pode ser justificável, racional, lógico e compreensível? E avaliar se o comportamento traz ou não sofrimento a quem o vive e a quem convive com o indivíduo.

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Misantropia, incompatibilidade social e alguns pormenores

Este post é uma junção de dois posts que eu já escrevi sobre misantropia. O primeiro: Misantropia e internet, e o segundo: Misantropia: doença ou estilo de vida?

O que é misantropia? Misantropia é qualidade ou estado? O House é misantropo?

A princípio, colocarei algumas definições aqui que ajudarão a orientar a leitura e me pouparão de especificar os mesmos termos em minha abordagem.

Antissocial: no senso comum é usado para definir a pessoa que não se dá bem com o convívio social ou que evita-o, mas a definição correta para comportamento antissocial descreve a pessoa que não vive bem de forma social e/ou não consegue se adaptar aos costumes de um convívio social e as suas leis. Pode significar também comportamento ilegal. Comportamento antissocial é diferente de transtorno antissocial (mais informações)

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