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	<title>Unknown Blogueira</title>
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	<description>Um blog pessoal com opiniões</description>
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		<title>Se não fossem anoréxicas, seriam</title>
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		<pubDate>Thu, 26 Apr 2012 18:33:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Unknown Blogueira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Comportamento]]></category>
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		<description><![CDATA[Como pode alguém permitir que a pressão social passe por cima da consciência? É o que eu acredito quando se aborda transtornos alimentares. Há quem diga que anorexia e bulimia são causadas pela pressão social que nos impõem padrões e modelos inalcançáveis. Já eu defendo que transtornos alimentares não são doenças causadas por pressão social, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h2>Como pode alguém permitir que a pressão social passe por cima da consciência?</h2>
<p> É o que eu acredito quando se aborda transtornos alimentares. Há quem diga que anorexia e bulimia são causadas pela pressão social que nos impõem padrões e modelos inalcançáveis. Já eu defendo que transtornos alimentares não são doenças causadas por pressão social, e sim sintomas de uma doença causada por algo muito mais grave e perturbador que diz respeito unicamente a experiência de cada indivíduo.</p>
<p> A pressão pode exercer grande influência nociva àqueles que trabalham com imagem, dependem dela de alguma forma, ou que estão constantemente em contato com esse meio e consequentemente submetidos a essa pressão. Já em casos em que as pessoas estão expostas com menor frequência, (todos os que não dependem de suas imagens) a pressão sobre padrão de beleza ainda influencia em alguma instância mais branda, contudo, passando dos limites e arriscando a saúde e vida de alguém, deixa de ser influência e passa a esconder uma doença.</p>
<p><span id="more-2166"></span></p>
<div style="width: 45%; float: left;"><a title="Geraldo Couto - Verão 2011" href="http://www.flickr.com/photos/39147045@N00/4672523236/" target="_blank"><img alt="Geraldo Couto - Verão 2011" title="Geraldo Couto - Verão 2011" src="http://farm5.staticflickr.com/4008/4672523236_0c0298a942.jpg" /></a><br /><small><a title="Attribution License" href="http://creativecommons.org/licenses/by/2.0/" target="_blank"><img src="http://unknownblogueira.com/wp-content/plugins/compfight/images/cc.png" alt="Creative Commons License" title="Creative Commons License" width="16" height="16" style="margin:0; padding:0;" border="0"/></a> Photo Credit: <a title="HiperFashion Estúdio Criativo" href="http://www.flickr.com/photos/39147045@N00/4672523236/" target="_blank">HiperFashion Estúdio Criativo</a> via <a href="http://www.compfight.com/">Compfight</a></small></div>
<div style="width: 45%; float: right;">
<p> Para mim, não é o fato de uma menina ver uma modelo magérrima e bem sucedida desfilando que a fará pirar a ponto de chegar aos 40 quilos. E se isso ocorre, é porque há uma experiência e sensação particular com o corpo e todo um histórico individual e familiar que traz um sintoma padrão definido pela beleza atual. Ou seja, o sintoma do transtorno passa a ser padronizado, mas o transtorno pode ser um dos mais variados.</p>
<p> Como eu bem andei lendo, para se entender melhor os transtornos alimentares, é preciso analisar o ambiente que estas vítimas estão expostas, afinal, diversos transtornos são desencadeados por fatores externos como estresse excessivo e conflitos na relação familiar. Certa vez li sobre uma relação entre anorexia e <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Transtorno_de_personalidade_lim%C3%ADtrofe" target="_blank">personalidade borderline</a>, mas, independente dessa relação, é interessante analisar como tanto a anorexia quanto a bulimia são transtornos de extremismo. Segue um trecho que li em uma dissertação da <a href="http://www.lume.ufrgs.br/handle/10183/14279" target="blank">Ufrgs</a>:</p>
</div>
<div style="clear: both;"></div>
<blockquote><p>Nosso interesse é contribuir para essa discussão, saindo de uma perspectiva individualizante voltada para a jovem anorética e/ou bulímica e as interações disfuncionais do seu sistema familiar, passando a considerar os transtornos alimentares como um dispositivo que denuncia o extremismo na forma de pensar, sentir e experimentar o corpo em nossa sociedade.</p></blockquote>
<p> Note que o trecho diz &#8220;sentir e experimentar o corpo em nossa sociedade&#8221; e talvez você pense: &#8220;viu, o texto reconhece que a sociedade pressiona para que sejamos demasiadamente magras&#8221; (com uma pressão maior quando se trata do sexo feminino) na verdade o texto não indica nada, a forma de sentirmos e experimentarmos o corpo também pode indicar obesidade e sedentarismo.</p>
<p> Taxar transtornos alimentares como forma desesperada e inconsequente de sentir-se parte de um grupo seleto e sentir-se aceita é diluir demais o problema, é crer que apenas alguns conselhos serão eficazes na percepção da menina em relação ao corpo e sociedade. É muito curioso pensar que meninas magras demais sempre chamam a atenção de forma preocupante, mas garotos novos já malhando e erguendo pesos acima do que suportam preocupados em ter uma barriga de tanquinho são vistos com indiferença e até como sinônimo de saúde.</p>
<div style="width: 45%; float: left;"><a title="mirror" href="http://www.flickr.com/photos/29554361@N04/5146200074/" target="_blank"><img alt="mirror" title="mirror" src="http://farm5.staticflickr.com/4130/5146200074_f3832c44cf.jpg" /></a><br /><small><a title="Attribution License" href="http://creativecommons.org/licenses/by/2.0/" target="_blank"><img src="http://unknownblogueira.com/wp-content/plugins/compfight/images/cc.png" alt="Creative Commons License" title="Creative Commons License" width="16" height="16" style="margin:0; padding:0;" border="0"/></a> Photo Credit: <a title="Gioia De Antoniis" href="http://www.flickr.com/photos/29554361@N04/5146200074/" target="_blank">Gioia De Antoniis</a> via <a href="http://www.compfight.com/">Compfight</a></small></div>
<div style="width: 45%; float: right;">
<p> Características extremistas não precisam necessariamente apresentar-se como transtornos alimentares, podem externar de outras formas e é isso que debato: se o foco é dado somente na alimentação, acaba-se por ignorar qualquer outro problema que possa ser apresentado. Desde uma falta de autonomia, identidade e ideais intolerantes &#8211; até consigo mesmo. E é isso que quero dizer com o título: se tais meninas e meninos não se preocupassem com o corpo da maneira que se preocupam hoje e se nossa sociedade pregasse outro padrão de beleza, os sintomas certamente se encaixariam a essa outra realidade, pois o que deve ser observado é que a doença faz com que os sintomas se moldem ao atual.</p>
</p></div>
<div style="clear: both;"></div>
<p> Sobre a sociedade adoecer o ser humano, isso já é assunto para outro post.</p>
<p> Aos que não sabem do que se trata anorexia e bulimia, na dissertação há uma ótima e clara explicação:</p>
<blockquote><p>O termo Anorexia Nervosa deriva do grego orexis (apetite) acrescido do prefixo an (privação, ausência). Portanto, significa uma perda do apetite de origem nervosa. <strong>Entretanto, profissionais especializados no tema afirmam que que essa não é a expressão mais adequada, pois, pelo menos no início do quadro, é possível identificar uma luta contra a fome</strong> (Jaeger de Sousa, 2003). Para Sanchez, Dorfman e Jaeger (2003) a anorexia é caracterizada por essa luta na qual é evidente uma perda de peso exagerada devido à redução de alimentação, métodos purgativos e/ou excesso de atividade física. No que diz respeito ao termo bulimia, trata-se da ingestão de uma grande quantidade de alimento alternada com comportamentos para evitar o ganho de peso tais como vômitos e uso de laxantes.</p></blockquote>
<p> Foco para a <a href="http://www.lume.ufrgs.br/handle/10183/14279" target="_blank">dissertação que é muito interessante e merece uma boa leitura.</a> Há o link para download na página.</p>
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		<title>Bipolaridade e maternidade: o ideal e o real</title>
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		<pubDate>Fri, 20 Apr 2012 01:16:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Unknown Blogueira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Comportamento]]></category>
		<category><![CDATA[amamentar]]></category>
		<category><![CDATA[bipolaridade]]></category>
		<category><![CDATA[maternidade]]></category>
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		<description><![CDATA[O ideal e o real As campanhas de amamentação costumam estar presentes em muitos ambientes pois preocupam-se com o recém-nascido que necessita tanto do leite materno como do contato tão próximo com a mãe que só a amamentação fornece. Mas e em casos de mães bipolares, a amamentação é possível? Tratando-se de realidade, deve-se haver [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h2>O ideal e o real</h2>
<p>As campanhas de amamentação costumam estar presentes em muitos ambientes pois preocupam-se com o recém-nascido que necessita tanto do leite materno como do contato tão próximo com a mãe que só a amamentação fornece. Mas e em casos de mães bipolares, a amamentação é possível?</p>
<p>Tratando-se de realidade, deve-se haver grande flexibilidade. Amamentar é sim o ideal, mas a realidade da mãe permite que ela abra mão de um tratamento mais firme para amamentar? A psicoterapia e o apoio familiar devem estar unidos e presentes na vida da mãe, no entanto muitas vezes a falta de medicação prejudica e muito a mãe em seu contato com o filho.</p>
<p><span id="more-2186"></span><br />
<a title="Tutoria da Infância, Lisboa, Portugal" href="http://www.flickr.com/photos/26577438@N06/2700791819/" target="_blank"><img alt="Tutoria da Infância, Lisboa, Portugal" title="Tutoria da Infância, Lisboa, Portugal" src="http://farm4.staticflickr.com/3082/2700791819_0df9790de4_b.jpg" /></a><br /><small><a title="Attribution License" href="http://creativecommons.org/licenses/by/2.0/" target="_blank"><img src="http://unknownblogueira.com/wp-content/plugins/compfight/images/cc.png" alt="Creative Commons License" title="Creative Commons License" width="16" height="16" style="margin:0; padding:0;" border="0"/></a> Photo Credit: <a title="Biblioteca de Arte / Art Library Fundação Calouste Gulbenkian" href="http://www.flickr.com/photos/26577438@N06/2700791819/" target="_blank">Biblioteca de Arte / Art Library Fundação Calouste Gulbenkian</a> via <a href="http://www.compfight.com/">Compfight</a></small></p>
<h2>Relação bipolaridade e maternidade</h2>
<p>A bipolaridade, em certos casos, causa à mãe uma estranheza e indiferença em relação ao filho. E esses casos costumam virar notícia, como casos em que a mãe joga o filho pela janela ou agride-o violentamente. Infelizmente essas notícias estão mais preocupadas em taxar a mãe de monstro e desumana do que entender o que ocorre na cabeça de uma mãe para fazer isso com o próprio filho, que muitas vezes acabou de nascer.</p>
<p>E se tratando de compreensão, não há compreensão de todos os lados, muitas vezes os médicos da maternidade não se dão conta de um início ou uma predisposição a depressão pós-parto, a família costuma taxar de frescura e ainda pressionam a mãe para que ela seja boa, amável e seja eficiente em todas as novas obrigações que aparecerão. Atitudes como essa só pioram o estado emocional da mãe que já está fragilizado e em caso de bipolaridade, essas atitudes tendem a intensificar as oscilações e crises.</p>
<p>Por essa razão, é necessário haver uma avaliação sobre como a mãe anda em relação ao filho, ao estresse do pós-parto e a adaptação da nova vida que ela terá. E a partir disso poderá ser analisado se há uma combinação de medicamentos que permita que a mãe amamente ou se é o caso de ela, por amor ao filho, abrir mão da amamentação para que não prejudique a vida da criança.</p>
<h2>Amor e amamentação</h2>
<p>Abrir mão da amamentação é uma tarefa difícil e sofrida para a mãe uma vez que ela já estabilizou por conta do tratamento, mas deve ser levado em conta que amamentar é uma das várias formas que ela poderá amar o seu filho e com o passar do tempo a criança será capaz de compreender que ela não foi amamentada em razão de uma prioridade: sua integridade física e até mesmo a da própria mãe, pois uma vez que a mãe surta, tudo é possível.</p>
<p>Como o fato da mãe não poder amamentar também pode desencadear uma crise, é importante ela ter um acompanhamento psicológico e contato com outras mães que passaram pela mesma situação e o que elas fizeram para superar.</p>
<p>A maternidade é composta por ideais perfeccionistas e muitas vezes utópicos. Tratando-se de mães não só bipolares, mas com outros problemas como depressão pós-parto, é necessário ser realista e avaliar o que é bom para a mãe e o filho.</p>
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		<title>Não me mate &#8211; Pensamentos Filmados</title>
		<link>http://unknownblogueira.com/2012/04/nao-me-mate-pensamentos-filmados/</link>
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		<pubDate>Sun, 01 Apr 2012 03:43:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Unknown Blogueira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Critica]]></category>
		<category><![CDATA[comportamento]]></category>
		<category><![CDATA[conscientizar]]></category>
		<category><![CDATA[crítica]]></category>
		<category><![CDATA[sociedade]]></category>

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		<description><![CDATA[A ONG Pensamentos Filmados usa do cinema para popularizar temas pouco abordados como transtornos de humor e saúde mental. Agora Ana Maria Saad pede a sua colaboração e compreensão. Assista o vídeo e conheça mais a ONG pensamentosfilmados.com.br]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><iframe width="420" height="315" src="http://www.youtube.com/embed/fAb6duiU79M" frameborder="0" allowfullscreen></iframe></p>
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		<title>O que eu aprendi com a tabela de humor</title>
		<link>http://unknownblogueira.com/2012/04/o-que-eu-aprendi-com-a-tabela-de-humor/</link>
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		<pubDate>Sun, 01 Apr 2012 03:31:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Unknown Blogueira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Comportamento]]></category>
		<category><![CDATA[comportamento]]></category>
		<category><![CDATA[humor]]></category>

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		<description><![CDATA[Médicos pedem-nos controle glicêmico, controle da pressão e por que não nos pedem controle do humor? Ou, por que nós não temos a iniciativa de monitorar o nosso humor? Há mais de um mês eu resolvi fazer uma tabela de humor para registrar os altos e baixos que me aconteciam e procurar entendê-los. Comecei a [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<pre> Médicos pedem-nos controle glicêmico, controle da pressão
 e por que não nos pedem controle do humor?
Ou, por que nós não temos a iniciativa de monitorar o nosso humor?</pre>
<p> Há mais de um mês eu resolvi fazer uma tabela de humor para registrar os altos e baixos que me aconteciam e procurar entendê-los. Comecei a escrever na tabela no dia em que meu humor alternou para eufórico. De lá para cá percebo que a euforia reduziu bastante, mas continuo com um humor para cima e bem positivo. Se me irrito, me estresso, entristeço e seja lá o que mais aconteça, eu tenho a iniciativa de tentar melhorar isso. De tentar sair daquele momento ruim e de procurar algo bacana para fazer e ocupar a mente. E olha que nesse tempo muita coisa me aconteceu. Tanto coisas boas como ruins. E o final era sempre o mesmo: a vontade de fazer algo para me estabilizar e para me recuperar do baque.</p>
<h2>O que essa tabela me agregou?</h2>
<p><span id="more-2123"></span></p>
<p> Com base nas informações que deixei nela, hoje eu sei que não estou com depressão pois se eu estivesse eu não teria as iniciativas de me manter bem e de procurar atividades prazerosas. Meu humor inicialmente alternou por vontade própria e o anti-depressivo que eu tomava antes não influenciou na mudança de humor. Já o anti-depressivo que passei a tomar agora me deixou MUITO eufórica nos primeiros dias que o tomei, mas agora a euforia reduziu bastante e eu considero que meu humor esteja ESTÁVEL.</p>
<p> O fato de eu estar bem mostra como o ambiente e tudo que seja externo pode sim alterar o nosso estado emocional, mas cabe ao estado emocional procurar sempre voltar ao estável. E se ele não volta, é porque não estamos bem.</p>
<h2>E no que a tabela consiste?</h2>
<table>
<tbody>
<tr>
<th>Dia</th>
<th>Descrição</th>
<th>Fator externo</th>
</tr>
<tr>
<td>dd/mm</td>
<td>Descreva características do seu humor ao longo do dia que mais lhe chamaram a atenção. Ex: passei a manhã toda muito bem, logo a tarde fui perdendo o ânimo.</td>
<td>Se houve algum fator externo que desencadeou uma depressão ou euforia, coloque-o aqui. Ex: Comecei a perder o ânimo depois de saber que não fui muito bem em uma prova.</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p> Logo que criei, a tabela era composta apenas por Dia e Descrição, mas passei a ver como os acontecimentos externos são importantes para avaliarmos como eles influenciam o humor e o quão afetado somos por essa influência.</p>
<p>Sobre uma coluna específica para anotar a duração de fase (depressão, euforia e outros) eu não vi relevância até o momento pois é uma tabela que não tem fim. É preciso anotar todos os dias como o humor está e por quanto tempo aquela fase se estende.</p>
<p>Mas sei que pode haver melhora nessa humilde tabela. Por isso que conto com quem ler esse post. Se alguém quiser criar a sua própria tabela e me mostrar depois como ficou, eu gostaria muito. Ou, se alguém quiser sugerir novas colunas, também será uma excelente ideia.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Sobre estar errado</title>
		<link>http://unknownblogueira.com/2012/03/sobre-estar-errado/</link>
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		<pubDate>Sun, 25 Mar 2012 23:08:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Unknown Blogueira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Critica]]></category>
		<category><![CDATA[acertar]]></category>
		<category><![CDATA[comportamento]]></category>
		<category><![CDATA[crítica]]></category>
		<category><![CDATA[educação]]></category>
		<category><![CDATA[errar]]></category>
		<category><![CDATA[ted talk]]></category>

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		<description><![CDATA[Um interessante vídeo que nos mostra como nossa sociedade e escola nos educam e nos preparam para que sempre acertemos e mostra que o acerto pode estar errado.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p> Vi no <a href="http://livroseafins.com/errar-nao-e-errado/" target="_blank">Livros e Afins</a> o vídeo de Kathryn Schulz <strong>sobre estar errado</strong>. Gostei muito do vídeo e percebo o quão valioso ele é para
<ul>
<li> nos desapegarmos da necessidade de sempre estarmos certos;</li>
<li> percebermos como nossa sensação de certeza pode ser falha, e</li>
<li> reconhecermos que não somos as pessoas mais capazes de compreender o que é certo.</li>
</ul>
<p><object width="526" height="374"><param name="movie" value="http://video.ted.com/assets/player/swf/EmbedPlayer.swf"></param><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowScriptAccess" value="always"/><param name="wmode" value="transparent"></param><param name="bgColor" value="#ffffff"></param><param name="flashvars" value="vu=http://video.ted.com/talk/stream/2011/Blank/KathrynSchulz_2011-320k.mp4&#038;su=http://images.ted.com/images/ted/tedindex/embed-posters/KathrynSchulz-2011.embed_thumbnail.jpg&#038;vw=512&#038;vh=288&#038;ap=0&#038;ti=1126&#038;lang=&#038;introDuration=15330&#038;adDuration=4000&#038;postAdDuration=830&#038;adKeys=talk=kathryn_schulz_on_being_wrong;year=2011;theme=how_the_mind_works;theme=master_storytellers;event=TED2011;tag=culture;tag=failure;&#038;preAdTag=tconf.ted/embed;tile=1;sz=512x288;" /><embed src="http://video.ted.com/assets/player/swf/EmbedPlayer.swf" pluginspace="http://www.macromedia.com/go/getflashplayer" type="application/x-shockwave-flash" wmode="transparent" bgColor="#ffffff" width="526" height="374" allowFullScreen="true" allowScriptAccess="always" flashvars="vu=http://video.ted.com/talk/stream/2011/Blank/KathrynSchulz_2011-320k.mp4&#038;su=http://images.ted.com/images/ted/tedindex/embed-posters/KathrynSchulz-2011.embed_thumbnail.jpg&#038;vw=512&#038;vh=288&#038;ap=0&#038;ti=1126&#038;lang=&#038;introDuration=15330&#038;adDuration=4000&#038;postAdDuration=830&#038;adKeys=talk=kathryn_schulz_on_being_wrong;year=2011;theme=how_the_mind_works;theme=master_storytellers;event=TED2011;tag=culture;tag=failure;&#038;preAdTag=tconf.ted/embed;tile=1;sz=512x288;"></embed></object></p>
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		<title>Os pais estragam seus filhos</title>
		<link>http://unknownblogueira.com/2012/03/os-pais-estragam-seus-filhos/</link>
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		<pubDate>Mon, 19 Mar 2012 10:26:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Unknown Blogueira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Critica]]></category>
		<category><![CDATA[educação]]></category>
		<category><![CDATA[filhos]]></category>
		<category><![CDATA[pais]]></category>

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		<description><![CDATA[Algum tempo atrás eu escrevi um post criticando o costume de alguns pais de mentir para fazer com que o filho obedeça. Agora escrevo sobre alguns erros que vejo os pais cometendo e que há tempos percebo. Primeiramente, é importante lembrar como um filho em seus primeiros anos de vida dá trabalho, mas também é [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p> Algum tempo atrás eu escrevi um post criticando o costume de alguns pais de <a href="http://unknownblogueira.com/2010/01/pais-filhos-imposicao-respeito-e-medo/">mentir para fazer com que  o filho obedeça</a>. Agora escrevo sobre alguns erros que vejo os pais cometendo e que há tempos percebo.</p>
<p> Primeiramente, é importante lembrar como um filho em seus primeiros anos de vida dá trabalho, mas também é importantíssimo enfatizar que é justamente nos primeiros anos que os pais mais estragam seus filhos. Muitas vezes por impaciência &#8211; afinal, quem é que suporta o choro irritante dos pirralhos? &#8211; outras vezes por preocupação &#8211; o que faz com que os pais achem que a criança está com dores ou com algum problema que eles são incapazes de descobrir &#8211; e nesse processo seja de impaciência ou de preocupação por não compreender o que o choro quer dizer eles acabam pecando pelo excesso: dão colo demais, chupeta, ficam ninando até a criança dormir ou acalmar-se. Assim ela fica mal acostumada e os pais demasiadamente cansados. E os pais muitas vezes não se dão conta do processo viciante que colocam eles próprios e seus filhos: quanto mais mal acostumados deixam seus filhos, mais o filho exigirá de seus pais e os pais cansados, mais impacientes ficarão. Dessa forma, a capacidade dos pais em suportar um choro, manha ou pirraça praticamente desaparece e eles acabam dando ou fazendo tudo o que o filho quer para que ele fique quieto, não irrite e não dê trabalho.</p>
<p><span id="more-2056"></span><br />
<a title="candy coated dreams" href="http://www.flickr.com/photos/97831130@N00/1414373213/" target="_blank"><img alt="candy coated dreams" title="candy coated dreams" src="http://farm2.staticflickr.com/1103/1414373213_90732b802d_b.jpg" /></a><br /><small><a title="Attribution License" href="http://creativecommons.org/licenses/by/2.0/" target="_blank"><img src="http://unknownblogueira.com/wp-content/plugins/compfight/images/cc.png" alt="Creative Commons License" title="Creative Commons License" width="16" height="16" style="margin:0; padding:0;" border="0"/></a> Photo Credit: <a title="horizontal.integration" href="http://www.flickr.com/photos/97831130@N00/1414373213/" target="_blank">horizontal.integration</a> via <a href="http://www.compfight.com/">Compfight</a></small></p>
<p> Então chega a parte contraditória: anos mais tarde, quando o filho já está totalmente mal acostumado, achando que tem que ouvir SIM para tudo e que não suporta ficar nem mais um dia sem aquele brinquedo que pediu aos pais, os pais começam a criticar seus filhos. E em vez de tentarem consertar o erro que eles próprios cometeram quando o filho ainda era incapaz de compreender, eles erram ainda mais: dizem que o filho está ficando feio, malcriado e começam a ameaçar, chantagear. Inventam mentiras para amedrontá-lo, o forçam a dormir sozinho porque &#8220;criança que não dorme sozinha é feia&#8221;.</p>
<p> Eu fico completamente abismada quando vejo um pai mimando um filho e ao mesmo tempo em que o faz, olha à criança e diz: &#8220;mas tá ficando feio, tá ficando malcriado&#8221;. Enquanto o pai o segura no colo e a criança se esperneia e às vezes até bate no pai.</p>
<p> Será que é tão difícil aos pais enxergarem que o erro é deles próprios?</p>
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		<title>É bom rir da desgraça alheia. Vamos combinar?</title>
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		<pubDate>Thu, 23 Feb 2012 21:23:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Unknown Blogueira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Critica]]></category>
		<category><![CDATA[carnaval]]></category>
		<category><![CDATA[conscientizar]]></category>
		<category><![CDATA[crítica]]></category>
		<category><![CDATA[gestação]]></category>
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		<description><![CDATA[Carnavalzão já passou, mas a imagem "No carnaval, as mina pira; em novembro, as mina pari" continua circulando por aí. E eu achei de uma inteligência incabível tanto a imagem como todas as pessoas que compartilharam-na em seus perfis. (ironia) Vamos refletir: Se todos que compartilharam a imagem concordam que muitas MENINAS engravidam indesejadamente no [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<pre> Carnavalzão já passou, mas a imagem "No carnaval, as mina pira;
 em novembro, as mina pari" continua circulando por aí.
E eu achei de uma inteligência incabível tanto a imagem
 como todas as pessoas que compartilharam-na em seus perfis. (ironia)</pre>
<p> Vamos refletir: Se todos que compartilharam a imagem concordam que muitas MENINAS engravidam indesejadamente no carnaval é porque também devem saber (nós esperamos, né?) que muito pouco se fala abertamente sobre sexo, prevenção e afins. E pior, enquanto pouco se fala sobre assuntos extremamente importantes e de um impacto imenso na vida da menina, pouco se tem consciência &#8211; a respeito de quem compartilha a imagem &#8211; em como esse impacto na vida da menina impacta em nossas vidas. Ahá!</p>
<p> Mas impacta em quê? &#8211; Talvez você se questione. Bom, vejamos: a maioria dessas meninas fará o pré-natal pelo SUS; qualquer problema que a menina venha a ter de saúde durante a gestação, ela recorrerá ao SUS; caso ela seja negligente e não faça o pré-natal, há o risco da criança nascer com problemas e esses problemas serão tratados pela saúde pública e; se a menina tentar abortar e como consequência adquirir uma infecção ou qualquer outra complicação devido ao aborto, mais uma vez será à saúde pública que ela recorrerá.</p>
<p><span id="more-2028"></span><br />
<a href="http://unknownblogueira.com/2012/02/e-bom-rir-da-desgraca-alheia-vamos-combinar/carnavalasminapira/#main" rel="attachment wp-att-2037"><img src="http://unknownblogueira.com/wp-content/uploads/2012/02/carnavalasminapira.jpg" alt="" title="carnavalasminapira" width="960" height="755" class="aligncenter size-full wp-image-2037" /></a></p>
<p> Até aí, tudo bem, afinal é público e todos têm esse direito. Mas quem é que banca mesmo? É o dinheiro de nossos impostos, certo? Aí você vem me compartilhar aquela imagem demonstrando se divertir e ser conivente com uma realidade gerada pela desinformação? Me refiro a ser conivente pois você está bancando o pré-natal dessas meninas (calma, não estou criticando isso não) e ri disso. Seria algo mais ou menos assim: <em>eu pago para rir da desgraça alheia. haha.</em> Céus, será que só para mim que isso parece ser um absurdo??</p>
<p> Ok, e daí do mimimi todo que eu fiz? Penso que as pessoas em vez de meterem o pau na educação, na qualidade da saúde pública e qualquer outra coisa que seja pública, poderiam divulgar imagens informativas, educativas ou mesmo tomarem a iniciativa de orientar quem não possui informação. Pois aí, penso eu, em vez de você saber que seu dinheiro será destinado ao pré-natal, à educação de um filho indesejado ou até ao cuidado de uma criança abandonada, você saberá que seu dinheiro será usado para distribuição gratuita de métodos contraceptivos e melhor divulgação e orientação sobre planejamento familiar. Sem contar que um filho indesejado pode gerar algo provável: a má educação desse filho que terá como consequência mais um desempregado, mais um bandido ou usuário de drogas mas, ainda que não ocorram coisas tão trágicas, será mais uma pessoa com possíveis poucas oportunidades e com alguns traumas de família. Tem certeza que é isso que você quer divulgar no seu Facebook? E é disso que você quer rir no carnaval?</p>
<p>Eu sei que há quem diga: <em>nossa, mas você está sendo muito chata e muito exigente com uma brincadeira, uma descontração de rede-social.</em><br />
O problema não está na brincadeira em si, é que com o meu trabalho eu acabo visitando muitos perfis no Facebook e eu não vi uma imagem que vá contra essa que foi extremamente divulgada. Ou seja, em nenhum momento eu vi um pingo de reflexão ou alguma reação que induzisse a reflexão nas pessoas.</p>
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		<title>Mudanças</title>
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		<pubDate>Tue, 21 Feb 2012 19:15:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Unknown Blogueira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>

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		<description><![CDATA[O Unknown Blogueira não tem sofrido tantas mudanças quanto eu gostaria, pois ultimamente tenho pensado em muita coisa para mudar nesse espaço mas tenho tomado decisão prática nenhuma. Minha vontade é de deixar o visual do ambiente o mais simples possível, quero tornar o foco do blog apenas para leitura, reflexão e debate. Também pensei [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p> O Unknown Blogueira não tem sofrido tantas mudanças quanto eu gostaria, pois ultimamente tenho pensado em muita coisa para mudar nesse espaço mas tenho tomado decisão prática nenhuma. Minha vontade é de deixar o visual do ambiente o mais simples possível, quero tornar o foco do blog apenas para leitura, reflexão e debate. Também pensei em não ser tão exigente nos meus textos, ou seja, não me preocupar se o post tem menos de 400 palavras &#8211; geralmente é um número que eu exijo aos meus posts &#8211; então, eu voltaria a fazer o que eu fazia no início do blog: jogar uma ideia, uma opinião pouco refinada e lapidá-la nos comentários, com todos os leitores. <img src='http://unknownblogueira.com/wp-includes/images/smilies/icon_biggrin.gif' alt=':D' class='wp-smiley' /> </p>
<p> Pensei também em não dar mais importância às imagens em cada post. O foco seria texto puro. Mas aí, eu já gostaria de saber a opinião de quem me lê. As imagens são necessárias para vocês? É útil para descansar a mente ou para transmitir algum tipo de informação? Se puderem me ajudar respondendo a pesquisa que criei há algum tempo, eu ficaria bastante feliz: <a href="http://unknownblogueira.com/pesquisa-unknown-blogueira/">Pesquisa Unknown Blogueira</a></p>
<p> E por último, o espaço de comentários está diferente. Nos comentários do WordPress eu acrescentei um plugin que permite comentar com Twitter, Facebook entre outros. Assim, é possível integrar principalmente os comentários do Facebook com os do WordPress, não ficando duas áreas de comentários separadas. Enfim, é isso.</p>
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		<title>Campanha: Nós somos a favor</title>
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		<pubDate>Sun, 15 Jan 2012 16:16:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Unknown Blogueira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Comportamento]]></category>
		<category><![CDATA[campanha]]></category>
		<category><![CDATA[comportamento]]></category>
		<category><![CDATA[conscientizar]]></category>
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		<description><![CDATA[Conheci um site muito interessante e informativo sobre os mais diversos transtornos psiquiátricos. Como sei que há muito preconceito e muita desinformação a respeito, resolvi compartilhar um vídeo interessantíssimo e divertido com vocês!]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Conheci um site muito interessante e informativo sobre os mais diversos transtornos psiquiátricos. Como sei que há muito preconceito e muita desinformação a respeito, resolvi compartilhar um vídeo interessantíssimo e divertido com vocês!</p>
<p><iframe width="500" height="360" src="http://www.youtube.com/embed/4dJdImE2S9w" frameborder="0" allowfullscreen></iframe></p>
<p>Acessem o site e desfrutem do prazer de se obter informação: <a href="http://www.pensamentosfilmados.com.br/br/" target="blank">Pensamentos Filmados</a></p>
<p>Um texto adicional que pode ser útil é o: <a href="http://unknownblogueira.com/2012/01/o-controle-que-nao-temos-sobre-o-cerebro/">O controle que não temos sobre o cérebro</a></p>
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		<title>O controle que não temos sobre o cérebro</title>
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		<pubDate>Tue, 03 Jan 2012 14:43:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Unknown Blogueira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Critica]]></category>
		<category><![CDATA[cérebro]]></category>
		<category><![CDATA[controle]]></category>
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		<category><![CDATA[mente]]></category>
		<category><![CDATA[saúde]]></category>

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		<description><![CDATA[Problemas como depressão e síndrome do pânico não são frescura e quem os possui não consegue controlar ou evitar que isso tome conta. Assim como não se controla uma diabetes ou hipertensão apenas pela vontade de se curar, o mesmo vale para problemas psiquiátricos. Diferentemente de alguém que está momentaneamente triste, uma pessoa em depressão [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p> Problemas como depressão e síndrome do pânico <strong>não são frescura</strong> e quem os possui <strong>não consegue controlar ou evitar que isso tome conta</strong>. Assim como não se controla uma diabetes ou hipertensão apenas pela vontade de se curar, o mesmo vale para problemas psiquiátricos.</p>
<p> Diferentemente de alguém que está momentaneamente triste, uma pessoa em depressão não se anima ao ouvir o incentivo de um amigo ou parente; a pessoa pode tentar, querer, mas não consegue se animar. Para o depressivo, nada tem solução ou esperança de melhora e encarar isso como frescura ou fraqueza só deixa o doente pior.</p>
<p> Há quem pense que quando se trata da mente, nós temos total controle. Mas infelizmente não é assim. <strong>A mente independe tanto de nossa consciência e vontade como nosso corpo.</strong> Portanto, entender através da psicoterapia até que ponto conseguimos administrar os problemas e intervir no problema com medicamentos não é fraqueza, tampouco comportamento da &#8220;modernidade&#8221; ou modismo.</p>
<p><span id="more-1886"></span></p>
<div style="width: 45%; float: left;"><a title="Publicidade, Portugal" href="http://www.flickr.com/photos/26577438@N06/3864828546/" target="_blank"><img alt="Publicidade, Portugal" title="Publicidade, Portugal" src="http://farm3.staticflickr.com/2620/3864828546_eba8e6d7aa.jpg" /></a><br /><small><a title="Attribution License" href="http://creativecommons.org/licenses/by/2.0/" target="_blank"><img src="http://unknownblogueira.com/wp-content/plugins/compfight/images/cc.png" alt="Creative Commons License" title="Creative Commons License" width="16" height="16" style="margin:0; padding:0;" border="0"/></a> Photo Credit: <a title="Biblioteca de Arte / Art Library Fundação Calouste Gulbenkian" href="http://www.flickr.com/photos/26577438@N06/3864828546/" target="_blank">Biblioteca de Arte / Art Library Fundação Calouste Gulbenkian</a> via <a href="http://www.compfight.com/">Compfight</a></small></div>
<div style="width: 45%; float: right;">
<p> Felizmente tem se dado um pouco mais de atenção aos problemas da mente e por essa razão pesquisado mais sobre antidepressivos e outras medicações. Há muito preconceito nessa área ainda, há quem pense que tais medicamentos só servem para sedar a pessoa e deixá-la vegetando ou que com antidepressivos a capacidade intelectual ou física da pessoa será reduzida. Essas ideias são falsas! Pessoas que estão doentes sentem-se melhores com medicação psiquiátrica e precisam de tais medicamentos para viver melhor. Do contrário, poderão passar o resto de suas vidas com medo de sair de casa ou esperando a morte como solução para tudo. Sinceramente, como pode alguém achar que encarar a vida dessa forma é ter frescura ou seguir moda de que hoje em dia tudo é doença?</p>
<p> As pessoas não estão doentes desde que esses problemas foram descobertos, estão doentes há muito mais tempo, mas só agora tais problemas atraíram uma atenção especial. E esses doentes estão perdendo sua qualidade de vida também desde sempre.</p>
</div>
<div style="clear: both;"></div>
<p> Eu já pensei dessa forma, já achei que atualmente qualquer comportamento natural do ser humano tem sido encarado como doença, mas hoje, depois de saber que tenho transtorno bipolar, vejo como é importante tratar o sofrimento e as limitações de cada pessoa com uma atenção especial.</p>
<p> Encarar a timidez como um transtorno não é supervalorizar uma característica humana que devia ser vista como natural. Eu conheço uma pessoa tímida e outra que tem fobia social, e sei como ambas sofrem com seus problemas. A fóbica social fica extremamente ansiosa quando sabe que precisa apresentar um trabalho na faculdade e pior, não consegue apresentar os trabalhos em público. A tímida conversa, se socializa, mas sempre comenta que gostaria de falar mais, abrir-se mais, mas não consegue devido a sua limitação. <strong>Pense como deve ser frustrante a essas pessoas querer algo melhor para elas mesmas e não conseguir oferecer.</strong> Eu sei como isso é frustrante pelo meu bipolar. Agora, dar uma atenção as esses problemas é frescura? Não consigo concordar com essa visão.</p>
<p> Vale lembrar que a psiquiatria e a psicologia não servem para deixar o ser humano bem o tempo inteiro. Ambas as áreas respeitam o natural do homem, mas quando o comportamento deixa de ser natural e passa a trazer prejuízos e sofrimentos, eles intervêm.</p>
<p> Textos adicionais: <a href="http://semmedodepolemica.blogspot.com/2011/11/psicologismo-agudo.html" target="_blank">Psicologismo agudo</a> (Por favor, não concorde com este post!)<br />
<a href="http://revistaepoca.globo.com/Sociedade/noticia/2011/12/voce-consegue-viver-sem-drogas-legais.html" target="_blank">Você consegue viver sem drogas legais?</a></p>
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