A base de erro e acerto no dia a dia

No ensino médio eu detestava matemática. E não só matemática. Eu detestava todas as disciplinas com exceção das que eu saberia que iria usar no dia a dia: português, filosofia, sociologia, geografia e história. Eu pensava: por que preciso conhecer filo, monera, algas; saber equação, função, massa, mol, ligação iônica, atrito, leis de Newton e tantas outras coisas que eu não irei usar no meu dia a dia? Para o dia a dia eu uso o básico da matemática e só! Nada de algas, mols e Newton.

As disciplinas que eu gostava eu encontrava uma utilidade para todas: para conversar com alguém eu precisaria de senso crítico e precisaria conseguir acompanhar o papo, portanto precisaria de filosofia. Nas questões sociais, sociologia; complementando a sociologia, precisaria conhecer o passado, portanto precisaria de história. E para entender os acontecimentos do mundo, precisaria saber geografia. E para escrever minhas poesias, precisaria de português. Essas eram as minhas necessidades. Se eu precisasse de algo que envolvesse uma conta mais “complicada” ou algum outro conhecimento que eu não tinha, ia ser a base do erro e acerto. A hora que desse certo seria porque eu consegui fazer o que eu queria.

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Escrever é como alongamento

Você sabe que quanto mais se estica um elástico mais frouxo ele fica e, para que se tenha a mesma resistência da primeira vez, é preciso esticá-lo ainda mais, não sabe? É o mesmo que acontece com o alongamento: quanto mais se alonga o corpo, mais fácil fica de se conseguir fazer coisas tidas como “impossíveis”. Assim como o prazer, que quanto mais se sente mais se quer sentir, escrever faz parte do grupo em que se exige treino e que, quanto mais se treina, mais apto a escrever textos maiores e com ideias mais claras se fica. Escrever bem exige um trabalho constante de reflexão, revisão, inspiração e organização da coisa toda. Eu lembro que quando comecei com o blog eu escrevia textos pequeníssimos e não conseguia deixar tão claro nos textos as minhas ideias. Hoje é tão fácil conseguir isso, apesar de eu saber que tenho muito mais a aprender. Uma ideia boba se transforma em um texto de 700 palavras, e antes, muito mal eu conseguia 400.

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Ausência

Pois é, eu que nunca imaginei escrever um post desse tipo.. Eu nunca fui de postar muito aqui no UB e sempre deixei isso claro na página “Sobre”, porém ultimamente o que ocorre é que eu quero escrever, tenho ânimo, assunto, contudo não tenho tempo nem concentração para escrever. Tenho me dedicado a algo pessoal que consome muito do meu tempo e, quando tenho tempo livre, estou com a cabeça tão exausta que eu até tento postar algo aqui, mas só vem x, y, (-3) à cabeça. Nesse tempo meio ausente do blog eu fiz algumas coisas que, eu espero poder mostrar em breve, como a mudança no visual do UB e alguns posts que tenho em rascunho e pretendo postá-los antes de 2011. :P E claro, o adorável Noobkast 7 que terá que ser gravado novamente devido alguns problemas na primeira gravação. Eu não sei se alguém lê esse blog, mas o analytics diz que sim, então, a melhor forma de saber quando eu atualizarei o UB é pelo Twitter ou Assinando o Feed do blog.

Direitos do consumidor e minha experiência

O direito em suas mãos!

É extremamente comum nós, enquanto consumidores, vivermos a seguinte situação: ao comprarmos um produto que possui valor X na prateleira, apresentar valor Y no caixa. E esse valor Y sempre é mais caro que o preço da prateleira, sempre. Infelizmente isso já se tornou tão comum que nós passamos a considerar normal, aceitando que estamos sendo enganados sem reclamar! Outro fato recorrente é a falta de preço nos produtos, que é uma verdadeira chatice e também incorreto. Diante dessas situações tão cansativas e rotineiras, eu reuni a minha “vasta experiência” em reclamações e as coloquei aqui no post. É interessante compartilharmos esse tipo de experiência que está ao nosso alcance e que nós sabemos que surte efeito. Para mim, querer “mudar o mundo” é isso, é agir fazendo o que você sabe e o que você pode e não organizando ideias utópicas e que não saem da imaginação.

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Mendigos, esmolas e eu

Há um tempo que eu ouço falar que muita gente se passa de mendigo só para ganhar dinheiro sem precisar trabalhar. O que mais me intriga é que geralmente quem pede esmola utiliza uma desculpa padrão; ora são os filhos que estão passando fome, ora é quem pede esmola que passa fome; mas seja quem estiver passando fome, eles nunca pedem comida, é sempre dinheiro. E eu não sou louca de dar dinheiro para alguém só porque a pessoa diz que está passando fome. Sem chance.

Só continue lendo se você realmente quiser saber as situações que eu já passei com essa gente bizarra..

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