Diferença e semelhança: a importância

 Se eu preciso do diferente para expandir, preciso do semelhante
 para solidificar.

Eu sempre defendi o que fosse contrário ao que eu pensava. Para mim, o importante para eu crescer era o diferente, o novo e o que me contrariasse. E tal ideia fundamentava-se no pressuposto de que se eu confrontasse meus pensamentos e opiniões com algo diferente, minhas opiniões conseguiriam novos caminhos para expandirem-se. E assim, eu mudaria constantemente e agregaria pensamentos novos aos meus.

Mas dei-me conta que o semelhante é igualmente importante ao diferente. Conhecer algo parecido ou idêntico ao que penso tende a estruturar e fortificar tal ideia. Se eu preciso do diferente para expandir, preciso do semelhante para solidificar. Muitas vezes uma mesma opinião pode apresentar diferentes argumentos, e agregar estes novos argumentos ao que você defende é um diferencial.

E quando refiro-me a “solidificar” não digo enraizar, imutabilizar, mas sim fortificar uma opinião ou ideia para que quando eu a exponha ou defenda, eu tenha argumentos bem definidos e preparados para não perder-me no meio de uma discussão.

Contradição é inerente ao ser humano

Justo a contradição que foi fruto do primeiro post desse blog, se torna assunto novamente… Muito embora no primeiro post eu tratasse da contradição mais básica, que é a não construir a sua opinião, não conhecê-la e por essa razão defender ou criticar um comportamento e quando conveniente for, fazer exatamente aquilo que se foi contra; quando eu escrevi o post sobre contradição eu também tinha uma visão radical demais, extrema demais e praticamente impossível de se sustentar com a complexidade que a vida adquire com o passar dos tempos.

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Universidades: pesquisa e mercado de trabalho

Desde que entrei na faculdade percebi algo: a grande maioria dos alunos que estão lá querem sair sabendo o que o mercado exige, com diploma na mão e ganhando muito dinheiro. Se no curso existe uma disciplina que o mercado não necessita, então alguns alunos torcem o nariz para ela pois é desnecessária – isso quando o próprio professor não desestimula os alunos.

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Não existe dificuldade, só nos falta a ponte

Imagine que você quer executar uma ação C, mas para realizá-la você precisa de toda a bagagem que antecede esta ação, A e B, neste caso. Isso torna a ação C difícil? Não. Isso mostra que você precisa aprender o que antecede C.

Todos os conhecimentos são interligados e não existe dificuldade entre eles. O que aparenta ser difícil justifica-se pela desfasagem que há dentro de nós. Só anulamos nossa desfasagem preenchendo as lacunas, aprendendo tudo o que está atrás de C.

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Como descobrimos nossos defeitos e como os mudamos

Duas palavras resumem o conteúdo do post: situação e necessidade.

Primeiro que precisamos de situações favoráveis para descobrirmos novos defeitos e, claro, novas qualidades. Segundo que só mudamos os defeitos quando sentimos que devemos mudá-los e isso implica em perceber que a não mudança acarretará em algum prejuízo para nós próprios.

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